Hepatite A
Prevenção
A forma de transmissão mais comum é oro-fecal, ou de pessoa para pessoa nos contatos sexuais ou intradomiciliares, ou por alimento ou água contaminada. Como a viremia ocorre durante a fase aguda, a transmissão sangüínea raramente ocorre. Embora o HAV esteja presente em baixas concentrações na saliva de pessoas infetadas, não há nenhuma evidência de transmissão por essa forma.
Com base nestes conhecimentos pode-se afirmar que apenas medidas gerais, como por exemplo, manter bons hábitos de higiene pessoal, são insuficientes para interromper surtos da doença. A imunização é a forma mais efetiva de prevenção da infecção pelo HAV; há dois tipos de produtos:
- Imunoglobulina: tem uma eficácia de 85% quando administrada via intramuscular (0,02 ml/kg) antes da exposição ao HAV, ou dentro das 2 semanas posteriores à exposição. É recomendada especialmente para pessoas que têm ou tiveram contato sexual ou intradomiciliar com portadores da hepatite A. A proteção tem uma duração de 3 a 6 meses.: tem uma eficácia de 85% quando administrada via intramuscular (0,02 ml/kg) antes da exposição ao HAV, ou dentro das 2 semanas posteriores à exposição. É recomendada especialmente para pessoas que têm ou tiveram contato sexual ou intradomiciliar com portadores da hepatite A. A proteção tem uma duração de 3 a 6 meses.
- Vacina: feita com vírus inativados; é segura, altamente imunogênica e tem uma eficácia de 94% quando administrada em duas doses. É indicada para homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas injetáveis ou não injetáveis, desde que haja evidência epidemiológica de surtos em grupos com esses comportamentos. : feita com vírus inativados; é segura, altamente imunogênica e tem uma eficácia de 94% quando administrada em duas doses. É indicada para homens que fazem sexo com homens e usuários de drogas injetáveis ou não injetáveis, desde que haja evidência epidemiológica de surtos em grupos com esses comportamentos.
Tratamento
Pelo fato da infecção pelo HAV ser autolimitada e normalmente não se tornar crônica, o tratamento deve ser apenas de suporte. A hospitalização pode ser necessária para pacientes desidratados por causa de vômitos ou com indícios de falência hepática. Medicamentos que sejam metabolizados pelo fígado devem ser usados com precaução. Não são necessárias dietas específicas ou restrições de atividade.
